SUSAN BOYLE E O ELO PERDIDO

Das duas, uma: ou aquela figura neandertalesca, de cabelos
desgrenhados e olhos miúdos entre sobrancelhas cerradas e maçãs
salientes, é uma pegadinha, ou o programa “Britain’s Got Talent”
acaba de encontrar o elo perdido.
Das duas, nenhuma. Aquela caricatura de mulher é Susan Boyle e sua
presença no palco abre um tonel de zombarias. Quando Susan revela
seu sonho de ser cantora profissional, como a canadense Ellen Page,
com metade da sua idade e um terço do seu peso, a plateia debocha.
No júri, a atriz Amanda Holden, emoldurada pelo cético Piers
Morgan e pelo acético Simon Cowell, se esforça para fazer cara
neutra de paisagem, mas seu belo rosto parece dizer: “Isso vai ser
divertido”. Pelo menos até a voz de Susan acentar os primeiros
acordes de “I dreamed a dream”. Aí o queixo de Amanda cai,
literalmente.
A platéia vai ao delírio. Em poucos dias Susan Boyle é vista mais
de cem milhões de vezes no Youtube e muito mais na mídia global. O
título da obra de Victor Hugo, “Os miseráveis”, que a canção evoca
é emblemático.
Susan Boyle é uma miserável cantando para miseráveis. Feia,
deficiente e sem jamais ter tido um namorado, ela é tudo aquilo que
nenhum de nós gostaria de ser, mas somos. Quando começa a cantar,
porém, até Amanda Holden quer ser Susan. Ela aplaude de pé, e o
jogo de câmeras contrasta o seu corpo esguio com a silhueta de
canhão que ribomba no palco.
Talvez o correto não seja dizer que ’somos’ miseráveis, mas sim
que ‘estamos’ miseráveis, do mesmo modo que hoje Susan ‘está’ feia
e Amanda ‘está’ linda. Em cinquenta anos o corpo de Amanda, hoje
sensual, também será canhão, e sua pele, agora de pêssego, se
transformará num maracujá de gaveta. Os miseráveis no júri e na
plateia aplaudem porque torcem por Susan e por si mesmos,
igualmente carentes de amor e perfeição, ainda que sob diferentes
camadas cosméticas.
Estranho ser, esse humano! Almejamos padrões de bondade, justiça e
beleza que sempre estão muito acima do que podemos alcançar. De
onde será que vem isso? Vivemos na terra, mas de olho nas estrelas,
porque trazemos em nós um sentimento de infinitude. É como se Deus
tivesse plantado a eternidade em nossos corações. Se é que não
plantou.
O paradoxo, porém, é que esse mesmo humano, capaz de proezas do
talento e do pensamento infinitamente superiores a qualquer outro
ser vivo, também é capaz de atrocidades nunca vistas na mais
medonha fera irracional. Matamos nossos filhos para comê-los no
jantar, mas também criamos um número infinito de filigranas a
partir das mesmas e perfeitas sete notas musicais, como Susan faz
no palco.
E ao cantar, ela nos lembra de que existe no humano uma dignidade
além do que aparentamos ser. Trata-se do sopro divino, algo que
nenhum animal recebeu. Por isso Deus não desistiu de sua criação e
quis Se revelar em humanidade numa Pessoa perfeita, Jesus, ainda
que miserável em sua tez exterior.
É por isso que torcemos por Susan Boyle, como quem torce pela Fera
da Bela, pelo Corcunda de Notre Dame e pelo Frodo dos pés peludos
de “O Senhor dos Anéis”, vivendo sob a contínua tentação do anel.
Nós nos identificamos com heróis fracassados porque acreditamos que
ainda podemos ser amados, resgatados e transformados desta
miserável condição. É como se sentíssemos saudade do Paraíso.
Susan Boyle não é o elo perdido. Ela apenas revelou que o elo
existe, mas não com algum símio ancestral. Sob aquela semelhança
feia, miserável e transitória foi possível ver um ser criado à
imagem de Deus. Quem estava no palco não era uma pessoa estranha.
Naquele palco eu vi a mim mesmo, como Deus me vê e me ama. E também
vi você.
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Assista no site do programa Britain’s Got Talent a versão completa
do programa com Susan Boyle:
http://talent.itv.com/videos/video/item_200081.htm
Assista aqui a versão legendada em português:
O Paradoxo da Escolha – Barry Schwartz
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O Paradoxo da Escolha – Barry Schwartz Autor: Barry Schwartz O Paradoxo da Escolha é um daqueles livros que desafia o senso comum com argumentos imbatíveis, transformando o jeito tradicional de pensar, mas por outro lado vem confirmar certas desconfianças que surgem nos mais variados momentos da vida. Antes de falar sobre o livro em si, cabe explicar o que é paradoxo, só para deixar claro. A explicação é da Wikipedia: “Um paradoxo é uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica, ou a uma situação que contradiz a intuição comum. Em termos simples, um paradoxo é “o oposto do que alguém pensa ser a verdade”.” É exatamente isso que o professor Schwartz faz em seu livro, argumentando que o excesso de escolhas nos leva a ter mais problemas para fazer escolhas do que pensamos. Barry Schwartz é professor de Teoria Social e de Ação Social na Faculdade Swarthmore, na Pennsylvania. Além dos próprios estudos, recorre também às consagradas pesquisas da dupla Amos Tversky e Daniel Kahneman sobre ciência cognitiva e a capacidade humana de fazer escolhas (ir)racionais, mas aparentemente lógicas. Quem leu Blink, do Malcolm Gladwell, talvez se lembre de Tversky e Kahneman. O professor Schwartz começa o livro confidenciando os problemas que teve ao escolher uma calça jeans, tendo de escolher entre diversas combinações possíveis de modelo, corte, lavagem e botões, o que tomou um tempo razoável e não o fez se sentir mais feliz com a escolha do que anos antes, quando só podia escolher um modelo e ir embora da loja em poucos minutos. O argumento de Schwartz não se concentra exatamente no tempo que uma escolha leva, mas na satisfação que ela proporciona depois de feita. Como psicólogo, o professor Schwartz procura demonstrar como nosso mecanismo psicológico nos leva a avaliar todas as escolhas possíveis e então tentar chegar à melhor escolha possível, o que acaba se tornando muitas vezes impossível. Isso quando não queremos combinar aspectos de uma e de outra escolha e elaborar uma nova opção, às vezes impossível de existir no mundo real, mas que causa ansiedade e insatisfação com as escolhas possíveis. O subtítulo do livro em português, “Por que mais é menos” alude à célebre frase de Mies Van Der Rohe “Less is more” (menos é mais), que mais do que nunca se mostra verdadeira. Alguns trechos do livro ajudam a comprovar esta tese: “À medida que aumenta o número de opções, o esforço exigido para tomar uma decisão acertada também aumenta; esse é um dos motivos pelos quais a escolha pode deixar de ser uma vantagem para se transformar em um ônus.” (pg. 68) “A multiplicidade de opções parece conduzir, inevitavelmente, ao aumento de expectativas. (…) Isso favorece à tendência à maximização [das opções a se escolher]. (…) A lição a ser tirada é que expectativas exageradas podem ser contraproducentes. Provavelmente não existe uma maneira melhor de influenciar nossa vida do que controlando as expectativas.” (pg. 217) “A existência de um grande numero de alternativas faz que seja fácil imaginar alternativas que não existem (…) Mais uma vez, portanto, a maior variedade de opções nos faz sentir pior.” (pg. 149) “… é muito mais fácil se culpar por resultados decepcionantes em um mundo em que a escolha é ilimitada que em um mundo em que existe um número limitado de opções.” (pg. 241) Sobre decisões reversíveis: “Assim, parece que manter as opções em aberto reduz o custo psicológico. Aparentemente, quando podemos mudar de opinião fazemos um esforço psicológico menor para justificar as decisões tomadas, reforçando a alternativa escolhida e menosprezando as que foram descartadas. Talvez seja mais fácil não levar em conta os custos de oportunidade das alternativas descartadas.” (pg. 173) Falando em custos de oportunidade, este é um dos conceitos-chave do livro. Quando comparamos diferentes opções, cada escolha significa abrir mão das outras opções, portanto, quanto mais opções, maiores os custos para abraçar uma oportunidade. Se reduzirmos as opções a serem comparadas, teremos custos psicológicos menores ao optar por alguma opção. É um livro fundamental para profissionais de marketing e experiência do usuário, que precisam entender melhor como as pessoas pensam e como tomam suas decisões. É tão útil quanto para qualquer pessoa que queira diminuir a ansiedade frente ao mundo do consumo exagerado e viver com mais tranquilidade. É interessante ressaltar que não é um livro de auto-ajuda, é um livro sobre comportamento humano, mas que ajuda e muito a entender porque é incômodo tomar certas decisões enquanto outras nos parecem tão fáceis. Ao final do livro, o professor Schwartz dá 11 dicas sobre como remediar o paradoxo da escolha, mas estas são só para quem se deu ao trabalho de ler o livro todo! |
95 Teses para a Igreja de Hoje voltar

95 Teses para a Igreja de Hoje voltar – Por José Barbosa Junior
No dia 31 de Outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero afixou, na Abadia de Wittemberg, 95 teses em que desafiava a Igreja Católica a debater sobre a venda de indulgências. O fato desencadeou o que mais tarde seria conhecido como a Reforma Protestante, movimento que marcou a história da humanidade. 489 anos depois, ao vermos a igreja “protestante” navegar por mares incertos e perigosos, decidimos relançar (com pequenas modificações) em comemoração a esta data tão importante em nossa história, um manifesto pela volta à simplicidade do Evangelho, segundo as Escrituras. O lema Eclesia reformata, semper reformanda, deve estar sempre ecoando em nossos ouvidos, chamando-nos à responsabilidade de sempre caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus!Fica lançado aqui o nosso desafio. Não temos a pretensão de iniciarmos uma “nova reforma”, mas simplesmente levar o povo de Deus a uma reflexão sincera e bíblica daquilo que temos vivido como Igreja de Cristo em nosso tempo.O texto abaixo surge muito mais como desabafo e lamento do que como proposta de revolução. Non nobis Domine, sed nomini Tuo da gloriam” (Salmo 115.1)
95 Teses para a Igreja de Hoje
1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)
2 – Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)
3 – Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)
4 – Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)
5 – Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15)
6 – Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42)
7 – Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois “do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam”. (1 Jo 5.19; Sl 24.1)
8 – Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo “expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles” e que essa vitória teve como prova final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)
9 – Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36)
10 – Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se “amarrar” todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)
11 – Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)
12 – Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)
13 – Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois “nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo”. (1 Pe 2.11)
14 – Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. “Determinar”, “reivindicar”, “ordenar” e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42)
15 – Afirmamos que a frase “Pare de sofrer”, exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)
16 – Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1)
17 – Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e conseqüências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. O que não significa que nós, cristãos, tenhamos que ser negligentes com a natureza e o meio-ambiente, uma vez que Deus não apenas criou tudo, mas também “viu que era bom” (Rm 8.19-23; Gn 1.31)
18 – Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)
19 – Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para “merecermos” a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)
20 – Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20)
21 – Que entendamos que vivemos num “país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza”. Portanto, que não seja mais “obrigatório” aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)
22 – Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)
23 – Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc… Da mesma forma, rejeitamos o preconceito, na verdade um racismo velado, contra instrumentos e danças de origem africana, como se estes, por si só, fossem intrinsecamente ligados a alguma forma de feitiçaria. (Sl 150)
24 – Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” (At 4.32)
25 – Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. O que não significa, por outro lado, conivência com o pecado praticado de forma contumaz .(Gl 6.1; 1 Co 5)
26 – Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por “falta de fé”. Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)
27 – Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do “exército inimigo”. Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18)
28 – Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)
29 – Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, “disputarmos” quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)
30 – Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à “fama” antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)
31 – Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)
32 – Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões lingüísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)
33 – Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)
34 – Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)
35 – A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)
36 – Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um “justo” (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)
37 – Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)
38 – Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)
39 – Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)
40 – Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)
41 – O versículo bíblico “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” não deve ser interpretado sob olhares políticos como “Feliz a nação cujo presidente é evangélico” e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)
42 – Repugnamos veementemente os chamados “showmícios” com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de “louvor a Deus” para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)
43 – Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)
44 – Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a “patente” de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11)
45 – Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)
46 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico “não toqueis no meu ungido”, retirando-o do contexto, para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)
47 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de “perder a salvação” por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)
48 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos “palácios” para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)
49 – Que nenhum movimento, modelo, ou “pacote” eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido como a “solução” para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)
50 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu “mover”. Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)
51 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a “tietagem” evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)
52 – Reafirmamos que o véu, que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)
53 – Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)
54 – Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)
55 – “O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus.” Que sejamos sábios para não misturar as coisas. E as profecias, ainda que não devam ser desprezadas, devem ser julgadas, retendo o que é bom e descartando toda forma de mal. (Jr 23.28; 1 Ts 5.20-22)
56 – Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)
57 – Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)
58 – Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar… mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)
59 – Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem “estrelas” do evangelho ou mesmo “produtos” a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com “atrações” curiosas, como “a menor pregadora do mundo”, etc… (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)
60 – Que as “Marchas para Jesus” sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)
61 – Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais “cristãos”. (At 4.12; Jo 3.8)
62 – Que as livrarias ditas “cristãs” sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)
63 – Cremos que “declarações mágicas” como “O Brasil é do Senhor Jesus” e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)
64 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como “unção dos 4 seres viventes”, “unção do riso”, etc… pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)
65 – Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de “novas unções”. (1 Jo 2.20,27)
66 – Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento “gospel”, com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)
67 – É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)
68 – Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos “preferidos” de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar “O” instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)
69 – Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo “Israel” para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)
70 – Lamentamos o estímulo e o uso de “amuletos” cristãos como “água do rio Jordão”, “areia de Israel” e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de “catalisadores” do poder de Deus. (Hb 11.1)
71 – Que o profeta que “profetizar” algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)
72 – Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)
73 – Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc… Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. Da mesma forma, rejeitamos a sacralização da cultura judaica, como se esta fosse mais santa que a brasileira ou do que qualquer outra. Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma “classe superior” de “levitas”, até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5; 1 Pe 2.9)
74 – Que se entenda que tijolos são apenas tijolos, paredes são apenas paredes e prédios são apenas prédios. Que os termos “Casa do Senhor” e “Templo” sejam utilizados somente para fazer menção a pessoas, e nunca a lugares. Que nossos palcos não sejam erroneamente chamados de “altares”, uma vez que deles não emana nenhum “poder” ou “unção” especial. (At 17:24, I Cor 6-19)
75 – Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz “cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento”. (1 Co 14.15)
76 – Não consideramos que “há poder em nossas palavras” como querem os adeptos dessa teologia da “confissão positiva”. Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)
77 – Rejeitamos a onda de “atos proféticos” que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)
78 – Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em “restaurar a adoração” ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez – cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra – deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)
79 – Discordamos dos “restauradores das coisas perdidas” por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está “restaurando a adoração”, “restaurando o ministério profético”, etc… é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)
80 – Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos “milagres” e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)
81 – Deus não nos chamou para sermos “leões que rugem”, mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)
82 – Entendemos como abusivas as cobranças de “cachês” para “testemunhos”. Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)
83 – Que movimentos como “dança profética”, “louvor profético” e outros “moveres proféticos” sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por conseqüência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)
84 – Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, seja o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)
85 – Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)
86 – Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. “Pois tive fome… e me destes de comer…” (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18; Tg 1.27)
87 – Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens – Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)
88 – Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a “máfia” das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos “louvores” comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, lingüístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)
89 – Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a “máfia” das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo “gospel” a fim de terem igrejas “lotadas” para ouvirem as “atrações” da fé. Da mesma forma, rejeitamos o triunfalismo e o ufanismo no qual se transformou a música evangélica atual, que só fala em ‘vitória’, ‘poder’ e ‘unção’ mas se esqueceu de coisas muito mais fundamentais como ‘graça’, ‘misericórdia’ e ‘perdão’. (1 Pe 5.2)
90 – Que sejamos livres para “examinarmos tudo e retermos o que é bom” , sem que líderes manipuladores tentem impor seus preconceitos, principalmente na forma de intimidações. Que nenhum líder use o jargão “Deus me falou” como forma de amedrontar qualquer um que ousar questionar suas idéias. (1 Ts 5.21)
91 – Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)
92 – Somente a Graça. (Ef 2.8-9)
93 – Somente a Fé. (Rm 1.17)
94 – Somente Cristo. (At 17.28)
95 – Glória somente a Deus (Jd 24-25)
José Barbosa Junior (redator e organizador) – www.crerepensar.com.br
CIENTISTAS QUE CRIAM EM DEUS!!!

Através de estudos feitos através do livro “Men of Science – Men of God” (“Homem da Ciência e Homem de Deus”), que me serviu de fonte de informação, mostro cientistas crentes em Jesus Cristo, consagrados servos de Deus e defensores de Sua Palavra – A Bíblia.
Porque durante a história, onde surgiram grandes cientistas, podemos hoje não ser a maioria, mas tivemos os maiores e mais importantes cientistas na face da terra em todo a história. Mesmo que tivéssemos hoje, somente um cientista crente, seria para a hipotética teoria da evolução (já desacreditada, anticientífica e nunca comprovada cientificamente pela ciência empírica – verdadeira e comprovada), um desafio do impossível, explicar a origem da vida e muito mais questionamentos que a fazem dormir como as pirâmides no deserto do Egito. Assim, os classificamos:
I. FUNDADORES DA CIÊNCIA MODERNA
Leonard da Vinci (1452-1519). Além de incomparável pintor, lidou com os problemas da: Dinâmica, Anatomia, Física, Óptica, Biologia, Hidráulica e até mesmo Aeronáutica.
Johan Kepler (1571-1630). Foi o fundador da Astronomia Física. Ardoroso crente, disse: “Desde que nós astrônomos somos sacerdotes do Deus Altíssimo com respeito ao livro da Natureza, devemos estar cônscios não da glória das nossas mentes, mas da glória de Deus acima de tudo.” Francis Bacon.
Blaise Pascal (1623-1662). Filósofo e matemático, é o pai da ciência da hidrostática e um dos fundadores da hidrodinâmica,
Robert Boyle (1627-1691). Foi o pai da química moderna, crente humilde, estudioso da Bíblia e de grande visão missionária. Dava grandes contribuições financeiras em favor da propagação do Evangelho de Cristo.
Galileu (1564-1642). Físico e Astrônomo italiano, descobriu a Lei da Oscilação dos Pêndulos, inventou o termômetro, a balança hidrostática e o primeiro telescópio. Apesar de pressionado pela Igreja de Roma, cria na Bíblia na qual fundamentava sua certeza de que o Sol era o centro de nosso sistema planetário.
II. A ÉPOCA DE NEWTON
- Isaac Newton (1642-1717). É considerado pela maioria dos scholars como o maior cientista de todos os tempos. Descobriu a lei da gravitação universal, as 3 leis do movimento que tornaram possíveis as disciplinas da dinâmica e de todas as suas subdivisões, etc. Crente genuíno em Cristo como o seu Salvador, cria na Bíblia como a Palavra de Deus, no dilúvio universal e nos 6 dias literais da criação. Como dissemos em epígrafe, os maiores e mais importantes cientistas eram crentes.
Thomas Burnet,(1635-1715). foi um dos primeiros geólogos da época. Uma narrativa bíblica da criação e do dilúvio são básicos na interpretação da história da Terra e aparecem em seu livro: “Sagrada Teoria da Terra”.
William Whiston (1667-1752). Sucessor de Newton escreveu “A New Theory Of The Earth” (A Nova Teoria da Terra), que harmoniza o registro bíblico da criação e do dilúvio com os crescentes dados da física e da geologia. Carolus Linneaus (1707-1781).
John Woodward (1665-1728). Um dos fundadores da ciência da geologia, tinha grande consideração pela Bíblia.
Carolus Linneaus (1707-1781). Pai da taxonomia biológica era homem de grande piedade e respeitava as Escrituras Sagradas.
Janathan Edwards (1703-1758). Mais conhecido como teólogo do que como cientista, entendia de Física, meteorologia e astronomia, ultrapassando os conhecimentos de sua época. Ministro de Deus, foi grandemente usado num singular ministério de despertamento espiritual.
William Herschel (1738-1822). Notável crente e notável astrônomo.
III. POUCO ANTES DE DARWIN
Michael Faraday (1791-1827). Um dos maiores físicos de todos os tempos. Eletricidade, magnetismo, descoberta da indução eletromagnética, linhas de força magnética, a invenção do gerador, duas unidades básicas, uma na eletrólise, entre outras invenções chaves, são contribuições deste cientista considerado um dos mais humildes crentes que se poderia encontrar.
Samuel F.B.Morse (1791-1872). Inventor do telégrafo, sua primeira mensagem foi: “O que Deus Operou”. Foi professor de escultura e pintura. Construiu também a primeira máquina fotográfica da América e fez o primeiro retrato fotográfico do mundo. Quatro anos antes de sua morte escreveu: “Quanto mais me aproximo do fim da minha peregrinação, tanto mais clara vai ficando a evidência da origem divina da Bíblia; a grandeza e a sublimidade do remédio de Deus para o homem caído são mais apreciadas, e o futuro esta iluminado com esperança e alegria”.
Charles Bell (1774-1842).
Joseph Henry (1797-1878). Físico americano, entre outros feitos descobriu o princípio da auto-indução, inventou o motor eletromagnético e o galvanômetro. Crente firme em sua fé cristã bíblica, costumava antes de começar as suas experiências científicas, parar, adorar a Deus e orar, pedindo a direção de seu Pai Celestial para o seu trabalho.
Charles Babbage (1792-1871). Responsável por muitas invenções, este célebre matemático desenvolveu os primeiros verdadeiros computadores com um cartão para processamento de dados e o sistema de retorno de informações. Escreveu várias obras cristãs. O Primeiro velocímetro foi invenção sua.
William Buckland (1784-1856). Notável biólogo, cria na Bíblia e era convicto criacionista.
David Brewster(1781-1868).
Matthew Maury (1806-1873).
James Simpson (1811-1870). Um dos principais fundadores da Ginecologia, foi professor de Medicina Obstétrica. Descobridor do clorofórmio, ajudou a lançar o fundamento da moderna anestesiologia. Segundo o seu próprio testemunho, sua maior descoberta foi: “Eu tenho um Salvador. Olhei e pelos olhos da fé, vi Jesus, meu substituto, açoitado em meu lugar e morrendo na cruz por mim. Olhei para Ele, chorei e fui perdoado. É meu dever falar-vos desse Salvador para ver se não quereis também olhar para Ele e viver, como Ele vive hoje. “Ele foi ferido pelas nossas transgressões…. e pelas suas pisaduras fomos sarados”(Is. 53:5-6).
James Joule (1818-1889). Sua maior descoberta foi a constante conhecida como a “equivalência mecânica do calor…”, dando na lei da conservação da energia, a mais básica e universal de todas as leis da ciência, a 2a. Lei da Termodinâmica. É, pois, o fundador da termodinâmica como disciplina científica. Era homem de fé cristã sincera.
John Herschel (1792-1871). Notável astrônomo e crente dedicado.
John Dalton (1766-1844). Pai da moderna teoria atômica.
IV. POUCO DEPOIS DE DARWIN
Louis Agassiz (1807-1873). Crente paleontologista, foi o pai da geologia glacial e da ciência da glaciologia. Jamais foi superado em seus estudos dos peixes tantos vivos como fósseis. Mestre em suas especialidades, produziu os mais notáveis professores da América, tendo atuado igualmente na Europa, etc.
Filho de pregador do evangelho, Agassiz descendia de uma vasta linha de ministros de fé cristã. Cria profundamente em Deus e em Sua especial criação de cada espécie de organismo. Ninguém mais do que ele teve conhecimento tão vasto de grande variedade de animais em existência e extintos. Até o fim de sua vida foi vigoroso oponente do evolucionismo.
James Dana(1813-1895). Autor de muitos livros sobre geologia e mineralogia, era geólogo americano. Deu este testemunho: “O grandioso e velho livro de Deus ainda está de pé; e quanto a esta Terra, tanto mais se cubra de folhas abundantes quanto mais ilustrará e confirmará a Palavra Sagrada”.
John William Dawson (1820-1899). Geólogo Canadense… Crente dedicado, era convicto anti-evolucionista. Autor de muitos livros sobre a Bíblia e a criação de Deus.
George Stokes (1819-1903). Grande físico inglês. Charles P.Smyth(1819-1900). Astrônomo. Rudolph Virchow (1832-1902). Antropólogo e Arqueólogo, cria que estas ciências estavam de acordo com o ponto de vista bíblico da história. foi o pai da moderna patologia, etc. Philip H. Gosse (1810-1888). Ornitologista, autor de muitos livros sobre zoologia, tanto sua fé bíblica como seu conhecimento científico eram genuínos e reconhecidos.
Gregor Mendel (1822-1844). Era criacionista e rejeitava as idéias evolucionistas no começo das pesquisas de Darwin. É considerado o pai da genética. Deixou claro, por suas experiências com ervilhas, que pode haver variações dentro das espécies – jamais evolução no seu sentido vertical darwinista. Exemplo da raça de cães, existem diversas variações dentro dessa raça, mas o cão permanece cão, houve transformações dentro da espécie, nunca evolução, por acaso algum cachorro já virou gato?
Luis Pasteur (1822-1895). Grande vulto na história da ciência e da medicina, estabeleceu a teoria do gérmen, tiro de morte na insustentável teoria da geração espontânea. Físico e químico, aprofundou-se em pesquisas bacteriológicas e desenvolveu vacinas para combater muitas doenças. Acentuadamente religioso, era homem de grande fé.
Henri Faber (1829-1915). Pai da entomologia, forte oponente das falsas ciências da geração espontânea e da evolução. O testemunho de sua fé em Deus vai aqui em suas palavras: “Sem Ele nada entendo; sem Ele tudo é escuridão… Cada época tem as suas manias. O ateísmo é uma mania. É o mal desta época e o seu inventor Darwin, pelo que sei, antes de falecer, em 1882, com 73 anos, Darwin abriu o seu coração para Deus e faleceu com a leitura do Livro de Hebreus aberto em suas mãos. Será mais fácil arrancar a minha pele do que minha fé em Deus.”
Joseph Lister (1827-1912). Cirurgião inglês, desenvolveu a cirurgia antissética. Crente, era homem de grande humildade.
James Clark Maxwell (1831-1879). Um dos maiores cientistas de todos os tempos, mereceu este reconhecimento de Einstein em face de suas conquistas no terreno da física, destacando-se o seu “espectro de onda eletromagnética”: “o mais profundo e o mais frutífero que a física já experimentou desde os tempos de Newton”. Disse: Tendo cristo como meu Senhor e Salvador, sou dedicado estudante das Escrituras.
Bernhard Riemann (1826-1866). Matemático alemão, o próprio Einstein desenvolveu muito da teoria da relatividade e da curvatura do espaço usando como base a “geometria riemanniana”. Estudou teologia, visando o Ministério da Palavra de Deus.
John Bell Pettigrow (1834-1908). George Romanes (1848-1894). Richard Owen (1804-1892). Edward Hitchcock (1793-1864). Pertencem estes quatro a este período, sendo que entre os cometimentos científicos de Hitchcock, encontra-se o primeiro e detalhado estudo das famosas pegadas de dinossauros e homens no vale do Rio Connecticut. Era firme e convicto criacionista.
V. PERÍODO MODERNO
Edward H. Maunder (1851-1920). Renomado astrônomo britânico, encarregado do Dept. Solar do Obs. de Greenwich, escreveu sobre astronomia da Bíblia, defendendo a precisão bíblica em assuntos astronômicos. Foi grande batalhador pela defesa da fé cristã.
William Mitchell Ramsay (1851-1939). Dentre os maiores arqueólogos, Ramsay descobri na arqueologia confirmações plenas sobre a veracidade do livro de Atos. Escreveu mais de 20 livros cuja maioria dedicada a provar arqueologicamente a veracidade do Novo Testamento. Suas descobertas o levaram a crer em Cristo como Salvador.
John Strutt, Lord Rayleigh (1842-1919). Físico que continuou os estudos de Maxwell sobre ondas eletromagnéticas, óptica, som e dinâmica do gás. Alexandre MacAlister (1844-1919). Professor de anatomia.
A.H.Sayce (1845-1933). Filólogo e arqueólogo inglês, contribuiu para confirmar fatos históricos do Velho Testamento. Assiriólogo, teve sua fé bíblica revigorada com descobertas arqueológicas. Autor de 25 livros em suas especialidades.
John Ambrose Fleming (1849-1945). Pai da moderna eletrônica, projetou o primeiro e verdadeiro tubo eletrônico e foi consulente de Thomas Edison e Marconi, Professor por 40 anos de engenharia elétrica, foi fundador e presidente do Movimento de Protesto contra a Evolução.
Howard A Kelly (1858-1943). Ginecologista número um da América na 1ª década deste século. Deu seu testemunho cristão através de um de seus livros: “The Scientific Man and His Bible” (O Homem Científico e Sua Bíblia). Era dedicado ganhador de almas.
George Washington Carver (1864-1943). Cientista Negro. Químico e agricultor.
Charles Stine (1882-1954). Eminente químico orgânico, tinha poderoso testemunho cristão bíblico. Escreveu o livro: “The Chemist And His Bible” (O Químico e Sua Bíblia). Deu este testemunho: “O mundo ao nosso redor… maravilhoso além da imaginação do mais hábil cientista, esta bela e intrincada criação, traz a assinatura do seu Criador, gravada em suas obras.”
Douglas Dewar (1875-1957). Naturalista e ornitólogo(parte da zoologia que estuda as aves).
Paul Lemoine (1878-1940). Geólogo, editor da Encyclopedia Française, edição de 1937, onde diz: “A Teoria da Evolução é Impossível”.
Williams Ramssay (1852-1916). Químico descobridor do argônio e outros gases inativos, etc.
Werhner Von Braun (1912-1977). Ph.D. nas ciências de aeronáutica e espaço. desenvolveu o famoso foguete v-2, e engajou-se no desenvolvimento de mísseis guiados dos E.U.A. e tornou-se diretor do Centro de Vôo Espacial da NASA. crente luterano, testemunhou: “Um lance d’olhos através dos vastos mistérios do universo, apenas confirma nossa fé na certeza do Criador. Acho difícil compreender um cientista que não reconhece a presença de uma racionalidade superior por trás da existência do universo, tanto quanto seria difícil compreender um teólogo que negasse os fatos da ciência.”
Estes foram alguns cientistas criacionistas mais importantes da história da humanidade, que em suas épocas ultrapassaram a casa dos mil. Há hoje um verdadeiro avivamento criacionista mundial em contraste com a situação de arrefecimento criacionista das primeiras décadas deste século. Se não estamos em maioria hoje, com certeza, foram como crentes, os maiores e mais importantes cientistas destes últimos 450 anos.
DESPERTAMENTO BÍBLICO CIENTÍFICO ATUAL!
Na promoção deste despertamento científico bíblico estão “The Creation Research Society” (A Criação e Pesquisa Social), “The American Scientific Affiliation”(A Americana Associação Científica), “The Bible-Science Association”(A Ciência da Associação Bíblica) e “The Institute For Creation Research” (O Instituto para Criação e Pesquisa).
ALGUNS CIENTISTAS DO INSTITUTO PARA CRIAÇÃO E PESQUISA:
Dos 21 “Scientists Who Believe In Creation” (Cientistas que crêem na criação), os quais me correspondi por anos e adquiri conhecimento em suas experiências cientificamente comprovadas, traduzo o testemunho de 6 deles a seguir:
1. O Físico, Dr. Thomas G.Barnes.
Ele é professor de Física da Universidade do Texas, em El Paso. Foi, por muitos anos, diretor do “Shellenger Research Laboratories”, nesse Estado; encarregado de numerosos e importantes projetos de pesquisas na física atmosférica, patrocinados pelo governo. É autor de um importante manual, “Fundamentos de Eletricidade e Magnetismo”, bem como de muitos artigos científicos. Foi presidente da “Creation Research Society” e é autor da Monografia Técnica: “Origin and Destiny of the Earth’s Magnetic Field” (Origem e Destino do Campo Magnético da Terra”). Dr. Barnes é diácono e professor da Primeira Igreja Batista de El Paso e tem notável testemunho entre os estudantes e a faculdade no campus da UTEP.
Disse ele: “Como cientista, minha preocupação relacionada com a evolução é que ela representa uma barreira ao progresso científico. Por exemplo: O rápido declínio do magnetismo da terra, uma perda de 5,5 x 10 elevado a 21 potência ampére-metro2, desde sua primeira medição em 1835, é o mais notável e mundial fenômeno geofísico já documentado. Quando examinado à luz da teoria eletro-magnética e do fator tempo envolvido, resulta num excelente apoio em favor de uma Criação Especial. Nunca vi um evolucionista disposto a enfrentar corajosamente este fato.” E agora, conforme a teoria da evolução tudo vem evoluindo, como se explicar essa realidade? até o magnetismo da terra vem declinando/regredindo.
2. O Cientista Aero-Espacial, Dr. Edward Blick é professor de aero-espaço, mecânico e engenheiro nuclear, professor associado de engenharia da Universidade de Oklahoma. Trabalha atualmente em pesquisas de aero-dinâmica e bioquímica. Publicou muitos documentos neste campo, e é professor muito popular na Universidade. É co-autor do manual: “Fluid Mechanics and Heat Transfer” (Mecânica dos Fluidos e Transferência do Calor).Ele disse: “A evolução é um científico conto de fadas, exatamente como o foi a teoria da terra chata no século XII”.
“A Evolução contradiz frontalmente a Segunda Lei da Termodinâmica, que declara que, a menos que exista um inteligente planejador dirigindo um sistema, ele estará indo sempre na direção da desordem e da deterioração. Baseado em matemática elementar, é possível demonstrar que a probabilidade contra a formação, por acaso, até mesmo da mais simples molécula de proteína, é muitíssimo maior que 1 elevado a 1.067 . Imaginem o número 1 seguido de 1.067 zeros. A Evolução requer uma fé deveras incompreensível. A Criação Bíblica é a única alternativa sensata.”
3. Administrador Técnico de Engenharia, o Dr. Davi é professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado de Iowa, uma das principais instituições de ciência e engenharia dos Estados Unidos. Seu B.S.(Bacharel em Ciências) é em Engenharia Química da Universidade de Kansas em 1943, e seu Ph. D. foi concedido pelo Estado de Iowa em 1952. Antes de sua atual nomeação, ele servia como Diretor do Instituto de Pesquisas em Engenharia do Estado de Iowa.
Ele declarou: “Ensinando no campus e na igreja, verifiquei uma compreensão das leis físicas, particularmente a 1ª e 2ª Leis da Termodinâmica, é essencial para a defesa das verdades bíblicas. A 2ª Lei tem sido particularmente útil no desenvolvimento de uma apologética(defesa) contra a abiogênese(vida que veio da matéria sem vida). Meu testemunho pessoal é que a complexa, filosófica, emocional e genética natureza do homem só pode ser plenamente compreendida através da revelação acerca do homem dada na Bíblia. Como engenheiro, não posso aceitar o “puro acaso” como explicação das origens, nem o desenvolvimento evolucionário como explicação do presente estado do homem.
“A evidência das obras das mãos de Deus na natureza é abundante, como testificou o salmista no capitulo dezenove do livro dos Salmos. Mas a evidência da obra de Deus no terreno espiritual é ainda mais convincente. Sua presença em minha vida, como crente, é uma realidade. Seu perdão, que nos vem por Cristo, é uma íntima consolação. Suas provisões pela oração é uma fonte de forca interior. E Sua Palavra é uma permanente benção.”
4. Educador no campo da Ciência, John N. Moore é largamente conhecido como preletor criacionista e tem um testemunho sincero e efetivo no campus da Universidade do Estado de Michigan, onde é professor de Ciência Natural. É administrador editor da “Creation Research Society Quartely”(Revista Trimestral da Sociedade para a Pesquisa da Criação). foi co-editor do Manual de Biologia da Sociedade – “Biology: A Search For Order In Complexity”(Biologia: Pesquisando a Ordem na Complexidade), e é Editor de Ciência para a Casa Publicadora Zondervan. Ele tem o grau de B.A (Bacharel em Artes) da Universidade de Denison, o M.S. (Mestre em Ciências) e o Ed.D.(Doutor em Educação) do Estado de Michigan. Destaca-se bem em dois filmes bíblicos: “Pegadas na Pedra” e “Criação x Evolução”, é autor de um novo livro: “Perguntas e Respostas sobre Criação/Evolução”. Ele afirmou: Embora evolucionista por muitos anos, como professor de ciência reestudei e pesquisei material apropriado e descobri que Charles Darwin não achou qualquer evidência conclusiva de mudança de uma espécie de organismo em outra espécie. Conforme definição no livro escrito por Darwin, “Origem das Espécies”, 6a. e última edição inglesa, 1.888, volume 2, pág. 305 e repetida, sem alteração, na edição americana de 1920, Darwin disse: “Há grandeza neste ponto de vista da vida, com seus vários poderes, a qual foi insuflada pelo Criador em algumas formas de vida ou em uma apenas”.
Darwin expressamente declarou que não havia evidência para compelir o intelecto a admitir mudança evolucionaria nem mesmo de uma simples espécie noutra. Revela-nos ainda que, em “A Vida e as Cartas de Charles Darwin, editado por seu filho, Francis Darwin, volume I, página 210, está a famosa carta escrita a Bentham, que a maioria das pessoas nunca leu, e nela Darwin enfaticamente declara:
“Tendo aceitado a Cristo como meu Salvador, já adulto, conclui afinal, que todas as origens estão completamente além do processo de repetição e, portanto, estão fora da possibilidade de qualquer estudo científico. Depois de ter reestudado e pesquisado todo esse material incluindo as verdades escondidas sobre Darwin, creio em Jesus Cristo como o Criador de todas as coisas em contraste com a crença na idéia totalmente não científica de uma portentosa evolução e de uma geração espontânea da vida; e ensino que todos os dados científicos conhecidos se ajustam à narrativa da criação especial sobre o começo do universo, da vida e do homem.”
5. O Bioquímico, Dr. Duane T.Gish é largamente conhecido como um dos mais eficientes preletores e escritores do movimento criacionista hodierno. Ele recebeu seu B.S. em química do U.C.L.A, em 1949 e seu Ph D. em bioquímica da Universidade da Califórnia em Berkely, em 1953. Serviu no Staff de pesquisa e na Universidade de Cornell e gastou muitos anos como bioquímico pesquisador para a Companhia Upjohn, em Kalamazoo, Michigan. É membro da Junta de Diretores da Sociedade para Pesquisa da Criação. Produziu muitos documentos sobre o criacionismo bem como dois livros do ICR: “Evolução? Os Fósseis Dizem Não!” e “Especulações e Experimentos Sobre a Origem da Vida: Uma Crítica”, Dr. Gish é Professor de Ciência Natural no Christian Heritage College e Diretor Associado do Instituto para Pesquisa da Criação.
Seu testemunho: “Eu recebi Jesus Cristo como Senhor e Salvador de minha vida quando tinha cerca de 10 anos. Aceitei a Bíblia como a revelação imutável de Deus para o homem, e desde que ela descreve o homem e seu universo como uma criação especial de Deus, tenho sido sempre um criacionista. Meu preparo universitário e experiência de pesquisa tem sido poderosas respostas a esta fé: a vasta organização, o plano obvio, e o evidente propósito visto em cada detalhe da estrutura e função da célula viva, me foram revelados através de meus estudos de bioquímica. “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o principio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm. 1:20).
6. O Hidrologista, Dr. Henry Morris é diretor do “Institute For Creation Research” e vice-presidente do “Academic Affairs” no Christian Heritage College”. É autor de cinco livros no campo da hidráulica e recursos hidráulicos, de dezenove livros no campo do criacionismo e de aproximadamente duzentos artigos sobre vários assuntos. o Dr. Morris tem sido um contribuinte ativo no estudo das relações Bíblia-Ciência por mais de 30 anos.
Tem um B.S. da Rice University, os graus M.S. e Ph.D. da Universidade de Minesota, incluindo hidráulica, geologia e matemática. Gastou quatro anos na prática da engenharia hidráulica e 28 anos como professor de engenharia hidráulica e hidrologia em cinco diferentes universidades. No período de 1951 a 1956 ele foi catedrático do Departamento de Engenharia Civil na Universidade da Sohthwestern Louisiana e, então, de 1957 a 1970 ele atuou como professor de Engenharia Hidráulica e Chefe do Departamento de Engenharia Civil no Instituto Politécnico de Virginia e na Universidade Estadual. Foi Presidente da “Creation Research Society”, de 1967 a 1973.
Testemunhou: “A atmosfera e a hidrosfera da Terra, capacitando-a a sustentar uma singular biosfera, proporciona ainda uma outra evidência de que o mundo foi criado por Deus e não evoluído por acaso. Além disso, o estudo das muitas camadas sedimentares da Terra, à luz dos conhecidos princípios da hidráulica, mostra que devem ter sido formadas rápida e ininterruptamente em um grande cataclisma. Ambos apóiam o claro ensino bíblico de uma criação especial e de um dilúvio mundial.”
ÚLTIMAS PALAVRAS
Últimas palavras de homens famosos que não conseguiram morrer negando à Deus:
• Voltaire
o famoso escarnecedor, teve um terrível fim. Sua enfermeira disse: “Por todo dinheiro da Europa não aceitaria presenciar mais uma vez a morte de um ateu. Ele gritou a noite inteira, implorando perdão”.
• Talleyrand
falou: “Estou sofrendo a penalidade dos perdidos”.
• Karl Ix (França)
disse: “Estou perante um passo terrível para dentro da escuridão”.
• Sir Thomas Scott
“Até este momento eu pensava que não existia nem Deus nem inferno. Agora sei e sinto que ambos existem e eu sou entregue à perdição pelo julgamento justo do Todo Poderoso”.
• Lenin
antes de morrer, implorou a noite inteira, até às mesas e cadeiras, por perdão dos pecados.
• Churchill
alto Maçom, em cujo meio o ensino da Bíblia é totalmente deturpado, falou na hora da morte: “Que idiota fui eu”.
• Jacoda
chefe da polícia secreta Russa: “Deve haver um Deus. Ele está me castigando por causa dos meus pecados”.
• Jaroslawski
Presidente do movimento Ateu Internacional, falou antes de morrer: “Por favor, queimem todos os meus livros e olhai para o SANTO (Deus)”.
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